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“Não, as pessoas não estavam sendo descartadas quando eu entrava e saía da história com a minha dor e alguma tranquilidade. Naquela desistência, havia uma sucessão de tentativas infrutíferas. Havia, simplesmente, uma vontade de ser livre e libertar para algo que funcionasse melhor. Não, eu não estava sendo volúvel ou negligente com o amor. Eu mergulhei em todos os instantes com todo o meu ser presente. Mas o esvaziamento lento, gradual e involuntário sinalizou o esgotamento do tempo.
E, naquela hora oca de tudo, não me restou nada além da necessidade de partir…”

Marla de Queiroz

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