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Os números de 2015

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2015 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos em Sydney, Opera House tem lugar para 2.700 pessoas. Este blog foi visto por cerca de 11.000 vezes em 2015. Se fosse um show na Opera House, levaria cerca de 4 shows lotados para que muitas pessoas pudessem vê-lo.

Clique aqui para ver o relatório completo

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Oração de Fim de Ano

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Celebre a vida diariamente. Feliz 2016!!!

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“Que neste ano que se inaugura, transborde inspiração para a vida, criatividade para encontrar caminhos até então inexistentes, sabedoria para conduzir as coisas, um coração sossegado, uma alma livre, uma mente aberta, a sensibilidade aflorada, generosidade para estender a mão para o Outro, capacidade de perdoar a si e a todos, força para não se deixar ferir, disposição para ser produtivo com alegria. Esteja inteiro, liberte-se de qualquer coisa que amarre seus sonhos. Faça da felicidade um ofício. Viva com honestidade e transparência, contamine com o otimismo, não se deixe ser contagiado pelo pessimismo. Seduza apenas o que lhe interessar, não economize elogios, julgue a ação e não a pessoa inteira. Seja grato, reclame menos, perceba as conquistas diárias, valorize-se! Respeite, exija o mesmo. Busque assertividade e posicionamento sem agressividade. Aprenda a receber amor, a pedir ajuda, a doar sem doer. E seja tão feliz, tão amado, tão desapegado do sofrimento, tão inteligente a ponto de se dar mordomias emocionais quando estiver melancólico. Apaixone-se, seja boa companhia para si mesmo. Não celebre a vida só em datas comemorativas: ela é uma dádiva.”

Marla de Queiroz

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Fugir?

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Ela mudou

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“Você vai perdê-la por não conseguir enxergar tão longe quanto ela. Se parar pra pensar direito, verá que seus sonhos são opostos ao dela. Se você parar de mirar apenas ao próprio umbigo, perceberá que ela precisa de alguém que ande junto. Você tem servido apenas como âncora dos dias que ela apenas quer deixar pra trás. Não é para negar o passado, mas ela quer o futuro. Você quer continuar a prendendo ao que um dia ela foi.

Não sei se você reparou, mas ela mudou.

Um dia você abrirá os olhos e verá apenas os passos mudos da despedida que já está anunciada. Conseguirá ver uma lágrima furtiva descer pelo rosto dela junto com um “eu te avisei” inconveniente. Ela te lembrará de todas as vezes que perguntou “vamos?” e você se conformou com o lugar onde estava. E aí entenderá que a sua zona de conforto era a morte pra ela. Que a sua falta de ambição na vida era o jazigo perpétuo de vocês dois.

Sei que nessa hora, diante do estrago já feito, você vai partir correndo ao encontro dela e pedir pra refazer o caminho. Vai bater no peito dizendo que consegue mudar o que é e que quer viver todas essas expectativas com ela.Tenho certeza de que ela acreditará na sua promessa, mas não terá mais coragem de fazer força sozinha. Ela aprendeu que amar sozinha não é amor, é fardo.

E aquilo que a trava o riso deve ser deixado para trás.

Te digo isso tudo, cara, porque pode ser até que você não tenha enxergado o fim apontando na reta. Pode ser que no seu íntimo você acabe encontrando um desejo de não continuar nessa história. Talvez sobre o apego, sobre um resquício de vontade em fazer durar, sobre um capricho. Aviso: é inútil. Não há porquê se prender a um romance andando de mãos dadas com o fracasso por simples desejo. Reconhecer o final também é um carinho.

Abra bem seus olhos. Não apenas para ela, mas para o que você mesmo quer da sua vida. Não a prenda e não se prenda, mas se for para abraçá-la com força, entenda toda a força dos sonhos dela. Demore-se nos planos que traçou e compreenda que ela não vai abrir mão deles. Ela quer ir aonde for contigo, mas o seu desejo de ficar parado torna inevitável a separação. Você vai perdê-la pelo simples fato de que não quer estar nos lugares onde ela quer chegar.

E esse amor acabará ficando pra trás.”

Gustavo Lacombe

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O que aconteceu com a gente?

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“Olhares apaixonados. Livros inacabados. Filmes que até hoje não sabemos o final. Cervejas pelos bares da cidade. Mensagens atrevidas antes de dormir. Passeios pelo parque, músicas cantadas em alta voz, abraços apertados e beijos demorados. Será que tudo isso, na verdade, só aconteceu na minha imaginação?
Não sei exatamente onde foi que deixamos de ser o que achávamos que éramos um para o outro. Não tenho certeza, até hoje, quem era a pessoa que esteve comigo e a verdade e que você não me deixou descobrir. Acho a verdade é essa: alguma hora a gente só deixou a máscara cair e vimos que tudo aquilo que idealizamos nunca iria acontecer.
Eu nunca seria a pessoa que não acharia ruim que você não me avisasse para onde estava indo. Você nunca seria o cara que eu pudesse ter certeza que não sairia de madrugada sem me contar. Eu nunca seria aquela que engolia as palavras para evitar qualquer discussão e você nunca seria o cara que quisesse, realmente, evitar uma briga. Eu nunca seria menos ciumenta e você nunca deixaria de testar o meu ciúme. Eu não deixaria meus planos de lado e você não queria mais me incluir nos seus.
Talvez a verdade seja que, no fundo, esperamos que as pessoas mudem, mas uma hora cai a ficha de que as coisas vão sempre ser assim e nunca, nunca mesmo, vão mudar, por mais que haja brigas, por mais que se discuta a relação. A segunda verdade é que temos duas escolhas: ou engolimos o que nos agrada e tentamos superar as desavenças ou deixamos de lado as tentativas e vamos seguir cada um para um lado.
Se a escolha for pela segunda alternativa, não adianta fingir que não estão desistindo um do outro. Às vezes essa é a escolha mais dolorida. Outras vezes ela é somente uma maneira de escapar das frustrações. E a vida segue. E depois de um tempo ficamos em dúvida sobre o que realmente vivemos, se era tudo verdade ou apenas uma maneira da nossa imaginação tentar nos convencer que iria dar certo. Mesmo que não fosse. Mesmo que não foi.”

Carol Sassatelli

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Almas

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“Almas – este mistério infindável de corpos que se encontram sem se tocarem, que se sentem sem se olharem. Porque não são necessários olhos nem mãos, o coração é o lar dos que habitam em sintonia de sentimentos. Como se explica a afinidade entre pessoas que fisicamente, vivem tão distantes? O amor explica, sem definições concretas, sim, pois a amizade é construída com laços invisíveis, mesmo que poucos compreendam…”

Dulce Miller